Comparação de fraturas de platô tibial tratadas com uso de fixador externo de ilizarov versus fixação interna não-bloqueada atendidos em um hospital terciário no estado de São Paulo
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Palavras-chave

Ortopedia
Traumatologia
Tíbia
Fratura
Fixação.

Como Citar

Fornari, J. V., Oliveira, H. S., Sterzo, M., Nonose, N., Buainain, R. P., Amaral, F., Caldeira, P., Lemos, D., Moreira, A., & Lemos, D. G. N. (2019). Comparação de fraturas de platô tibial tratadas com uso de fixador externo de ilizarov versus fixação interna não-bloqueada atendidos em um hospital terciário no estado de São Paulo. International Journal of Health Management Review, 5(3). https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v5i3.186

Resumo

Introdução: As fraturas do planalto tibial são lesões relativamente comuns e que podem resultar em incongruência articular, mau alinhamento axial e instabilidade, que se não adequadamente corrigidos, resultam em osteoartrose pós-traumática. Objetivo: Comparar as fraturas de platô tibial tratadas com uso de fixador externo de Ilizarov versus fixação interna não-bloqueada. Método: Foram avaliados os prontuários de pacientes atendidos no período de janeiro de 2013 a março de 2018 no Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Universitário São Francisco na Providência de Deus (HUSF), localizado na cidade de Bragança Paulista – SP, e que realizaram tratamento cirúrgico de fratura de platô tibial com osteossíntese interna, em comparação aos pacientes cuja estabilização foi realizada com fixador externo de Ilizarov. Dos prontuários foram coletadas informações relativas ao sexo, idade, etnia, tipo de fratura (com base na Classificação de Schatzer), amplitude de movimento e ocorrência de infecção. Resultados: Na comparação entre os grupos, somente os valores médios da Classificação de Schatzker apresentaram diferença estatisticamente significante, tendo sido menores nos pacientes com fixação interna. Conclusão: O fixador externo de Ilizarov foi utilizado principalmente em fraturas de maior gravidade, e não prejudicou a amplitude dos movimentos de flexão e extensão da articulação do joelho. Os pacientes que receberam o fixador apresentaram menos episódios de infecção quando comparados àqueles submetidos à fixação interna, tornando-o uma boa alternativa para estabilização de fraturas do platô tibial.
https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v5i3.186
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