Doença de alzheimer e ginkgo biloba

Lívia Cláudia Ferraro Lopes, Mônica Luís dos Santos Penha, Nathalia Picelli, Priscila Aline Vieira Gomes, Regiane Mathias

Resumo


O aumento da expectativa de vida traz consigo um aumento na prevalência de doenças crônicas, tais como a demência. Dentre os tipos de demências, a mais comum, responsável por mais óbitos em países desenvolvidos e a mais prevalente no Brasil é a doença de Alzheimer (DA). A DA é uma doença crônica e neurodegenerativa progressiva, onde há atrofia cerebral, depósitos de placas senis e perda neural que compromete as áreas da cognição, função e comportamento. Com o passar do tempo os sintomas tornam-se mais intensos inviabilizando as atividades da vida cotidiana. O curso da doença, do início dos sinais até a morte é de até 10 anos. Sua causa ainda não é totalmente compreendida, mas sabese que múltiplos fatores predispõem seu aparecimento, como idade, gênero e fator genético. Apesar de não ter cura para DA, vários produtos naturais têm sido estudados a fim de prevenir os aparecimentos ou retardar a progressão de quadros demenciais, essa revisão tem por objetivo analisar utilidade do uso do extrato de Ginkgo biloba nesses casos. A Ginkgo biloba (Gb) é um fitoterápico indicado para distúrbios cognitivos e DA, por possuir propriedades antioxidantes, anti-apoptóticas e efeitos inibidores da ativação da caspase-3 e agregação de beta-amilóide.

Palavras-chave


Alzheimer, Ginkgo biloba, fitoterápicos.

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