Comparação entre o uso do midazolam e da dexmedetomidina na sedação para ressecção transuretral de próstata: síntese de evidências
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Palavras-chave

Anestesiologia
Midazolam
Dexmedetomidina
Hiperplasia Prostática Benigna
Ressecção Transuretral Prostática.

Como Citar

Araujo, M. C., & Silveira, B. R. (2020). Comparação entre o uso do midazolam e da dexmedetomidina na sedação para ressecção transuretral de próstata: síntese de evidências. International Journal of Health Management Review, 6(2). https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v6i2.215

Resumo

Introdução: A Ressecção Transuretral da Próstata, ou Urethral Prostate Resection (sigla em inglês RTU) é considerada padrão-ouro para o tratamento cirúrgico da hiperplasia prostática benigna, sendo considerada clinicamente eficaz e economicamente interessante. Vários são os compostos sugeridos para sedação do paciente durante a RTU. Dentre eles, os mais discutidos na atualidade são o Midazolam e a Dexmedetomidina. Objetivo: Realizar uma revisão da literatura buscando comparar o uso do Midazolam e da Dexmedetomidina na sedação para RTU. Método: A busca foi realizada na base de dados PUBMED, mantida pelo National Institute of Health, dos Estados Unidos da América. A estratégia para seleção dos trabalhos foi a seguinte: (midazolam[title] OR dexmedetomidine[title]) AND transurethral AND prostate. Resultados: A busca pelas referências foi realizada no dia 04 de junho de 2020. Inicialmente foram identificados 12 trabalhos que atenderam à estratégia e aos critérios de inclusão previamente estabelecidos. Em uma primeira etapa de seleção, os títulos e resumos dos 12 artigos foram lidos, buscando avaliar a pertinência de cada um em relação ao tema proposto para esta revisão. Após esta etapa, verificou-se que 4 trabalhos não discutiam a utilização do Midazolam ou da Dexmedetomidina na RTU, sendo prontamente eliminados. Ao final, os 8 trabalhos foram incluídos na revisão. Conclusão: A maior parte dos artigos revisados sugere que o sedativo de escolha nas RTU seja a Dexmedetomidina, por reduzir o tempo de permanência em ambiente hospitalar, por potencializar o efeito analgésico das raquianestesias, e por reduzir a agitação do paciente no período pré-operatório, devendo o médico se atentar apenas para a possível redução da saturação de oxigênio e da frequência cardíaca, que podem decorrer do uso de Dexmedetomidina.

https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v6i2.215
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