Aneurisma de artéria esplênica: tratamento endovascular, laparoscópico ou cirurgia aberta?
PDF

Palavras-chave

Aneurismas viscerais
Aneurisma de artéria esplênica
Tratamento de aneurisma.

Como Citar

Aguiar, W. do C., Medeiros, C. C., Mattavelli, C. B., Goes, I. A. de O., Marcon, L. M. P., Ferreira, M. G., Milani, M. F. L., & Fonseca, M. R. B. de Q. (2021). Aneurisma de artéria esplênica: tratamento endovascular, laparoscópico ou cirurgia aberta?. International Journal of Health Management Review, 7(1). https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v7i1.239

Resumo

Introdução: Os aneurismas de artéria esplênica são uma patologia rara e com alto grau de fatalidade. São considerados como o terceiro aneurisma mais comum, a seguir dos aneurismas de aorta e artéria ilíaca. A incidência em mulheres é quatro vezes superior quando comparada aos homens, e geralmente, são diagnosticados de forma incidental ou sintomática. Objetivo: Realizar uma revisão narrativa buscando sintetizar a epidemiologia, fisiopatologia, diagnóstico e as opções de tratamento dos aneurismas de artéria esplênica. Método: Para a seleção dos artigos, foi utilizada a base de dados PUBMED, Scielo e Uptodate, conforme a estratégia de busca: "Splenic artery aneurysm" OR "Visceral aneurysms" AND (“treatment” OR “diagnosis”). Resultados: A incidência é maior em mulheres (mulheres: homens 4:1), na sexta década de vida, com até 80% em paciente maiores que 50 anos. Os aneurismas verdadeiros de artéria esplênica, geralmente estão relacionados a condição de aumento de fluxo, assim como ocorrem principalmente no período gestacional (principalmente em multíparas), em fistulas arteriovenosas, malformação e hipertensão portal. Devido a maior acessibilidade aos exames de imagem, o diagnóstico, apesar de na maioria ser incidental, tem sido precoce, favorecendo assim, em uma intervenção terapêutica eletiva, diminuindo de forma considerável a mortalidade por complicações como a rotura. Considerações: Apesar dos aneurismas de artéria esplênica serem uma patologia rara e potencialmente fatal, seu diagnóstico costuma ser acidental e algumas vezes tardio quando sintomáticos. Devido aos avanços tecnológicos, a preferência de tratamento é pela abordagem endovascular já que esta garante baixa mortalidade e menor morbidade no curto prazo.
https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v7i1.239
PDF

Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:

O(s) autor(es) autoriza(m) a publicação do texto na da revista;

O(s) autor(es) garantem que a contribuição é original e inédita e que não está em processo de avaliação em outra(s) revista(s);

A revista não se responsabiliza pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es);

É reservado aos editores o direito de proceder a ajustes textuais e de adequação às normas da publicação.

Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.

Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.

Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre) em http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html