Diagnóstico da síndrome do túnel do carpo: revisão de estudos clínicos
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Palavras-chave

Ortopedia
Traumatologia
Síndrome do Túnel do Carpo.

Como Citar

Muner, J. J., Buainain, R. P., Nonose, N., Ninomiya, A. F., de Miguel, G. C., & Caldeira, P. R. de A. F. (2021). Diagnóstico da síndrome do túnel do carpo: revisão de estudos clínicos. International Journal of Health Management Review, 7(2). https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v7i2.249

Resumo

Introdução: A síndrome do túnel do carpo (STC) é causada por pressão elevada no túnel do carpo. Esse aumento da pressão produz isquemia do nervo mediano, resultando em condução nervosa prejudicada, parestesia, despertar noturno e dor concomitantes. A falta de evidências consistentes e de alto nível em relação ao diagnóstico e tratamento da STC resultou em várias recomendações, algumas fortemente apoiadas, algumas fracamente apoiadas e outras controversas. Objetivo: Revisar os ensaios clínicos relacionados ao diagnóstico e tratamento da STC. Método: A base de escolha para seleção dos artigos foi a PUBMED. A estratégia utilizada para obtenção dos trabalhos foi a seguinte: (carpal[title] AND tunnel[title] AND syndrome[title]) AND diagnosis[title]. Foram incluídos na amostra somente ensaios clínicos realizados em humanos entre o período de 2000 e 2020. Resultados: A busca foi realizada no mês de janeiro de 2021. Inicialmente foram identificados 13 artigos que atenderam adequadamente os critérios de inclusão, sendo eliminados 2 trabalhos por não discutirem adequadamente o tema proposto, restando 11 artigos para revisão. Conclusão: A melhor técnica para identificação da STC, de leve a grave, é o estudo da condução nervosa (eletroneuromiografia). A ultrassonografia teve sua eficiência diagnóstica contestada, sendo considerada pouco sensível, e sua relevância na prática clínica questionável. A ferramenta diagnóstica CTS-6, sistema de pontuação baseado na anamnese e exame físico, ajudaria clínicos no diagnóstico e na tomada de decisões da STC, tendo o potencial de orientar o tratamento sem a necessidade de exames complementares.

https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v7i2.249
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