A importância de discutir a ordem de não-ressuscitação no Brasil durante a pandemia de COVID-19: reflexões propostas por um sistema de saúde saturado
PDF (English)

Palavras-chave

Infecções
Coronavírus
Conduta
Ética Médica
Bioética

Como Citar

El Toghlobi, G. S. S., Arantes, R. A., Bezerra, A. S., Colombo-Souza, P., Rodrigues, C. L., Lima, R. Y., Junior, A. R., Carvalho, R. G. de, Ferraz, R. R. N., & Menezes-Rodrigues, F. S. (2021). A importância de discutir a ordem de não-ressuscitação no Brasil durante a pandemia de COVID-19: reflexões propostas por um sistema de saúde saturado. International Journal of Health Management Review, 7(2). https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v7i2.267

Resumo

Introdução: A atual pandemia de COVID-19 trouxe aos serviços de saúde um risco de saturação. As tecnologias médicas da atualidade permitem o prolongamento artificial da vida após uma parada cardiorrespiratória por meio de variadas técnicas, tais como o uso de desfibrilador e drogas vasoativas, caracterizando o Suporte Avançado de Vida (SAV). Por outro lado, esses recursos podem proporcionar um prolongamento desnecessário e injustificável da vida, levando ao que conceituamos como distanásia. Objetivo: Este trabalho visa realizar uma revisão bibliográfica sobre a Ordem de não-ressuscitação (ONR), devido ao risco de saturação do sistema de saúde na vigência da pandemia de COVID-19. Método: Uma revisão bibliográfica incluiu artigos científicos publicados em inglês e português entre os anos de 2000 e 2020 nas bases de dados SciElo, PubMed e LILACS, utilizando os seguintes descritores: Infecções por Coronavirus; Ordens quanto à conduta (Ética médica); Bioética. Resoluções e informações contidas no site do Conselho Federal de Medicina e o Código de Ética Médica também foram utilizados. Resultados: A ONR ainda é um tema desconhecido e pouco discutido atualmente, visto que a terminalidade da vida envolve aspectos que não são simplesmente práticos, englobando, também, crenças, espiritualidade e outros fatores relacionados à experiência pessoal. Conclusão: A ONR precisa ser muito debatida e, principalmente, embasada por aspectos legais, o que ainda não acontece. Colocar a ONR como pauta recorrente de discussão visa proteger todos os envolvidos no processo de morte, minimizando os danos inerentes a esse fenômeno.
https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v7i2.267
PDF (English)

Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:

O(s) autor(es) autoriza(m) a publicação do texto na da revista;

O(s) autor(es) garantem que a contribuição é original e inédita e que não está em processo de avaliação em outra(s) revista(s);

A revista não se responsabiliza pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es);

É reservado aos editores o direito de proceder a ajustes textuais e de adequação às normas da publicação.

Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.

Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.

Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre) em http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html