Abordagens endoscópicas no tratamento de fístulas e deiscências gastrointestinais
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Palavras-chave

Cirurgia
Fístula
Sistema Digestório
Endoscopia

Como Citar

Amim, B. D. P., Cougo, A. M. do V., Cruz, T. L. P. da, Olivotti, A. B., & Medeiros, C. C. (2021). Abordagens endoscópicas no tratamento de fístulas e deiscências gastrointestinais. International Journal of Health Management Review, 7(3). https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v7i3.291

Resumo

Introdução: Fístulas gastrointestinais são complicações cirúrgicas graves que podem ocorrer de diversas formas clínicas e são responsáveis por aumentar a morbimortalidade dos procedimentos cirúrgicos. Em mais de 2/3 dos casos, elas decorrem de manipulações cirúrgicas prévias (recentemente também associada a procedimentos endoscópicos terapêuticos), com mortalidade global de 15-25%. Apesar disso, podem ser tratadas com o auxílio de diversas técnicas endoscópicas, minimamente invasivas, eficazes e com menor morbidade e mortalidade quando comparadas às técnicas cirúrgicas convencionais, que usualmente necessitam de internações hospitalares prolongadas. Objetivo: Revisar a literatura buscando sintetizar as evidências relacionadas às abordagens endoscópicas no tratamento de deiscências e fístulas gastrointestinais. O banco de dados utilizado através de uma biblioteca virtual conhecida como MEDLINE/PUBMED por meio dos denominados MESH termos ou os denominados keywords, entre eles: endoscopic[title] AND gastrintestinal[title] AND fistulae[title] e endoscopic AND gastrintestinal AND fistulae. Foram excluídos todos os trabalhos que não abordaram o tema proposto de forma adequada e o período de seleção dos artigos foi entre 2011 e 2021. Conclusão: Há uma variedade de técnicas endoscópicas disponíveis que são minimamente invasivas e apresentam baixas taxas de morbimortalidade, aspecto ressaltado frequentemente nos trabalhos avaliados. Os diferentes tipos de trabalho apresentados na literatura destacaram o uso de stents metálicos, endoclipes, suturas e uso de selantes de tecidos. Quanto aos estudos futuros, parece ser essencial, para a contínua melhoria na aplicação destas técnicas, a realização de estudos clínicos randomizados ou prospectivos para definir qual seria a conduta mais eficiente, incluindo a possibilidade de terapia combinada.
https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v7i3.291
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