Tratamento da doença de Fuchs: revisão de ensaios clínicos
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Palavras-chave

Distrofia Corneana Endotelial de Fuchs
Membrana de Descemet
Tratamento

Como Citar

Savian, T. R., Silva, N. M. da, Sakashita, S. Y., Ribeiro, G. V. P. de L., Sabage, G., Alves, P. H. F., Silva, R. M. de M., & Victor, B. Q. (2022). Tratamento da doença de Fuchs: revisão de ensaios clínicos. International Journal of Health Management Review, 8(1). https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v8i1.306

Resumo

Introdução: A distrofia corneana endotelial de Fuchs (FECD) é uma doença geneticamente heterogênea, acompanhada de dano irreparável ao endotélio corneano. A FECD é caracterizada por um espessamento da membrana de Descemet, com perda acelerada de células endoteliais inicialmente no centro da córnea e, posteriormente, em sua periferia. O defeito em mosaico do endotélio da córnea faz com que as células respondam com proliferação e migração, resultando em anormalidades no tamanho uniforme (polimegatismo) e variações na forma hexagonal (pleomorfismo). A mais recente Classificação Internacional de Distrofias da Córnea categoriza a FECD em dois tipos: 1 - FECD de início precoce (a mais rara); e 2 - FECD de início tardio (a mais comum).

Objetivo: Realizar uma revisão da literatura buscando sintetizar as evidências clínicas relacionadas aos tratamentos da FECD.

Método: Para a seleção dos trabalhos foi utilizada a plataforma PubMed, empregando a seguinte estratégia de busca: fuchs[title] AND dystrophy[title]. Apenas ensaios clínicos publicados nos últimos cinco anos foram considerados nesta revisão.

Resultados: Foram selecionados 11 artigos que discutiram adequadamente os tratamentos e estratégias de manejo da doença. Síntese de Evidências: O principal método de tratamento da FECD é a ceratoplastia endotelial da membrana de Descemet (DMEK), considerada o padrão-ouro para o manejo da doença. Ainda, foram apresentadas diversas ferramentas e estratégias capazes de melhorar os parâmetros relacionados ao procedimento, ou mesmo permitir a avaliação da evolução da doença.

https://doi.org/10.37497/ijhmreview.v8i1.306
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